O Trevo do Prado, no entroncamento da BR-471 com a ERS-403, voltou a ser cenário de mais um grave acidente na manhã desta quinta-feira. O local, considerado o trecho com maior histórico de acidentes em Rio Pardo, registrou uma colisão entre um automóvel e um caminhão frigorífico, mobilizando equipes de resgate e forças de segurança.
Conforme as informações apuradas pelo Live Portal, um Volkswagen Fox atravessava a BR-471 para acessar a ERS-403 quando foi atingido por um caminhão frigorífico, que seguia no sentido Santa Cruz do Sul/Rio Pardo.
Com a força do impacto, a dianteira do Fox ficou completamente destruída, enquanto o caminhão tombou sobre a pista.
No automóvel estavam um casal de idosos. Apesar da violência da colisão, ambos foram socorridos conscientes e sem ferimentos graves, sendo encaminhados ao Hospital Regional do Vale do Rio Pardo para avaliação médica.
O motorista do caminhão não sofreu ferimentos e permaneceu no local, auxiliando o trabalho da Brigada Militar e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O acidente também provocou o derramamento de óleo sobre a pista. A Prefeitura de Rio Pardo foi acionada e espalhou serragem no trecho, garantindo melhores condições de segurança para os motoristas.
Os dois veículos permanecem sobre a BR-471, aguardando remoção. O trânsito segue lento, mas sem bloqueio total. Para continuar pela rodovia, os condutores precisam utilizar o contorno do trevo. A orientação é para que todos redobrem a atenção ao passar pelo local.
Trecho concentra histórico preocupante de acidentes
O acidente desta quinta-feira reforça uma preocupação antiga da comunidade. O Trevo do Prado é, há anos, o ponto com maior número de acidentes em Rio Pardo.
Moradores, motoristas e usuários da rodovia cobram com frequência a instalação de redutores de velocidade e outras intervenções capazes de aumentar a segurança no cruzamento.
Nos últimos anos, o local foi palco de dezenas de acidentes, muitos deles com vítimas fatais.
Entre os principais fatores apontados para o alto índice de ocorrências estão a alta velocidade desenvolvida por veículos na BR-471, a imprudência de alguns condutores, a dificuldade de visibilidade para quem cruza a rodovia a partir da ERS-403 e a falta de redutores de velocidade, reivindicação antiga da comunidade que utiliza diariamente o trecho.
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