A Chama Crioula deixou Rio Pardo, mas a cidade ainda respira o clima dos últimos dias.
Desde o fim de semana, cavalgadas foram deixando o município em diferentes momentos. Alguns grupos partiram ainda no sábado, outros no domingo e outros permaneceram até esta segunda-feira (17), encerrando uma permanência que transformou Rio Pardo em ponto de encontro do tradicionalismo gaúcho.
Foram dias de acampamento, convivência, histórias e tradição.
🏕️ RIO PARDO VIROU CASA
Para receber os milhares de tradicionalistas que chegaram de diferentes regiões, a cidade ganhou uma verdadeira estrutura de acampamento.
Houve movimento no Parque de Exposições Dr. Apelles de Quadros, no Ginásio Paulo César de Castro, no Ginásio Norberto Ubatuba, no Acampamento Farroupilha e no antigo Seminário.
E não ficou somente nos espaços oficiais.
Muitas pessoas também abriram as portas de suas próprias casas para receber amigos, familiares e integrantes das comitivas.
Durante alguns dias, Rio Pardo foi, literalmente, a casa de quem veio celebrar o Rio Grande.
🔥 A CHAMA VAI. AS HISTÓRIAS FICAM.
Depois da distribuição das centelhas, cada comitiva tomou seu caminho.
A cavalo, em grupos organizados, os tradicionalistas começaram a longa jornada de volta para suas querências.
Alguns terão poucos dias de estrada. Outros enfrentarão centenas de quilômetros antes de chegar ao destino.
Mas todos levam algo em comum:
a centelha que nasceu em Rio Pardo.
E deixam para trás uma cidade que, durante alguns dias, foi cenário de encontros, reencontros, música, cavalgadas, acampamentos e muita emoção.
💚💛❤️ UM MOMENTO QUE JÁ É HISTÓRIA
A 77ª Geração e Distribuição da Chama Crioula terminou oficialmente.
Mas talvez a melhor imagem do que aconteceu esteja justamente nestes últimos dias: os cavalos partindo, os acampamentos sendo desmontados e os últimos visitantes deixando Rio Pardo.
Foram dias em que diferentes sotaques, regiões e histórias se encontraram em um mesmo lugar.
Dias em que o amor pelo Rio Grande falou mais alto.
A chama agora percorre o Estado.
E Rio Pardo fica na memória de quem esteve aqui.
Porque, como já dizia o poeta:
“Nenhum gaúcho vem a Rio Pardo.
Todos voltam a Rio Pardo.”
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